Desmame… o fim!

Depois de um ano e sete meses amamentando, o desmame da Laís aconteceu por aqui!

Sério, gente… acho que foi mais difícil para mim do que para a Laís.

Acredito que, para o desmame dar certo, primeiro quem tem que ‘desmamar’ é a mãe.

Eu explico! Dar de mamar (depois que passa o perrengue dos primeiros meses) é super gostoso, prático, fácil.
Tá… é cansativo também, ainda mais quando seu bebê acorda de madrugada para mamar. Mas aí é só colocar a teta na boca da criança que pronto! Tudo se acalma, a criança volta a dormir rapidinho e consequentemente você também.
Mas veja por outro lado… você não precisa lavar mamadeira, esquentar mamadeira, lavar a dita-cuja de novo… o leitinho do peito tá alí, quentinho e pronto para o consumo.

Daí, que dar um fim nessa ‘facilidade’ estava me incomodando. Mas, o que estava me incomodando ainda mais era o fato de que a Laís não mamava tanto assim. O peito tinha se tornado um vício para ela. Ela chegava, levantava a minha blusa, mamava 5 segundos e já ia fazer outra coisa e eu ficava alí com cara de tacho e peito vazando.

Sendo assim, achei que já era hora de parar. Quando finalmente coloquei na cabeça que era tempo de encerrar esse ciclo e começar um novo é que o desmame deu certo.

Te confesso, amiga, que não foi fácil. Ouvi muito chororô, principalmente a noite! Aos poucos eu e ela fomos nos adaptando à nova rotina.
Pensei muitas vezes em desistir, ainda mais que meu peito ficou cheio de leite por causa das mamadas reduzidas e me recusei a tomar alguma coisa para acabar com ele. Se o leite veio naturalmente, ele iria secar naturalmente também.

Foi sofrido, mas conseguimos. Superamos essa etapa juntas!

Olha gente… amamentar é muito bom! Tanto para a criança quanto para a mãe.
Os primeiros dias (ou meses) é uma fase complicada e de muitas adaptações, mas uma vez que a coisa engrena, amamentar é o momento mais gostoso do mundo!
Mas chega um hora que você sente que já deu!

E aqui, quero deixar registrado uma coisa:

“Laís, agradeço à você de todo o meu coração, por ter realizado meu sonho de amamentar você! Pouca gente sabe que não consegui amamentar a Luisa e, apesar de superado essa fase, esse desejo permaneceu em mim e você tornou isso possível! Obrigada por permitir alimentar você com meu leite e também com tanto amor e carinho. Te amo, minha filha!”